"Ao cair da tarde penso sempre mais, é a luz que me invade; são as cores naturais.

Cada figura que passa por mim nem me perturba e eu fico assim.

Longe me leva este silêncio, é o sentir que se altera: são as cores do Sol.

E eu fico Encantado(a) e eu sinto-me arder, quando o dia se apaga fica tanto por ver..."

Pedro Ayres Magalhães e Gabriel Gomes in "As Cores do Sol"



Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2012

De verde \ Of green

Um enorme Grilão Ephiger sp. descansa sobre uma rocha, num dia de calor intenso. 
An enormous Bush cricket  Ephiger sp. rests over a rock, on a very hot day.

1 comentários:

Slatkavoda disse...

A fotografia é como a poesia, é aquilo que connosco coexiste, ideias,sensibilidade e valores diferentes.Tudo isto são marcas de um tempo não filtrado pela sistematicidade de um ponto de vista como sinal da nossa riqueza, do olhar que nos transmite e se transforma.A "fotografia" é uma das explicação do universo, da convivência, a participação do real, o encontro com as vozes e as imagens, por isso a fotografia/poesia, é o ideal (real) da vida concreta, a ressonância das coisas, dos rostos,do brilho das estrelas, da respiração da noite, que nos despe e perfuma os sentimemtos. O fotografo é um poeta,despe-se....fica a transparência,o nu da imagem...o real!!
Excelentes os teus trabalhos David
parabéns
até ao próximo laser...à engº " distribuição granulométrica " ehehhh!!!

Irene